Shows de Helayne Cristini e Gaby Hardman marcam Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

O Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha será comemorado na Paraíba com shows de Helayne Cristini e Gaby Hardman neste sábado (25). O evento gratuito começa às 20h e tem como palco o Teatro de Arena do Espaço Cultural José Lins do Rego, no bairro de Tambauzinho, em João Pessoa.

Helayne Cristini nasceu em João Pessoa. Atua como cantora, sendo licenciada em Canto Popular pela Universidade Federal da Paraíba. Em 2021, lançou o álbum ‘O mar da praia da Penha’, com produção de Didier Guigue, e tem participado de vários grupos de música popular, incluindo samba e forró, com apresentações na Bélgica e França.

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Artista: Gaby Hardman | Foto: divulgação

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É fundadora da Escola de Canto Afro-brasileiro e integra a Associação Brasileira de Professores de Canto. Foi premiada duas vezes consecutivas no Festival de Marchinhas e Músicas Carnavalescas da Paraíba. É integrante da Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste (PB) e Orquestra de Frevo Zezé Correia (PE) como cantora.

Moradora da cidade de Bayeux, Gaby Hardman é cantora, compositora e professora de música. Em 2025, lançou o single ‘Não tô cabendo’. Em junho deste ano, ela recebeu a premiação de Melhor Intérprete no Festival de Música da Paraíba, ao defender a canção autoral ‘Jacumã’.

Gaby Hardman também atua como psicóloga e realiza diversas palestras sobre empreendedorismo e empoderamento feminino. A artista utiliza sua visibilidade como Miss Paraíba 2025 para fortalecer as pautas relacionadas à cultura, educação e protagonismo feminino.

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Artista: Helayne Cristini | Foto: divulgação

 

 

A definição do 25 de julho como Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha foi feita a partir de 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana, com a realização do 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas. No Brasil, a data virou Lei nº 12.987/2014 e foi sancionado pela ex-presidenta Dilma Rousseff, como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

Tereza de Benguela foi uma líder quilombola, viveu durante o século 18. Com a morte do companheiro, Tereza se tornou a rainha do quilombo, e, sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luiz Pinto de Souza Coutinho e a população (79 negros e 30 índios), morta ou aprisionada.

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Assim como Tereza, outras mulheres foram e são importantes para a nossa história. Com trabalhos impecáveis e perseverança, elas deixaram um legado voltado para a emancipação das mulheres negras. Nomes como Antonieta de Barros, Aqualtune e Theodosina Rosário Ribeiro.

Ainda Jurema Batista, Chiquinha Gonzaga, Ruth de Souza, Elisa Lucinda, Conceição Evaristo, Maria Filipa, Maria Conceição Nazaré (Mãe Menininha de Gantois), Luiza Mahin, Lélia Gonzalez, Dandara, Carolina Maria de Jesus, Elza Soares, Mãe Stella de Oxóssi, entre tantas outras.

Serviço:

Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

Sábado, 25 de julho, às 20h

Atrações musicais: Helayne Cristini e Gaby Hardman

Local: Teatro de Arena – Espaço Cultural

Entrada: gratuita

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